Campinas
(SP)- Por volta das 13:00 da terça-feira(11), a tranquilidade dos sussurros de
sermões e orações, foram abruptamente interrompidos pelos ecos de tiros em uma
igreja católica. O assassino, Euller Grandolpho, 49, entrou na igreja e
disparou indiscriminadamente contra fieis que cultuavam no local, num ato bárbaro
de violência gratuita e injustificável. Portando uma pistola 9mm e um revólver
.38 de numeração raspada, matou 5 inocentes e feriu outros, até ser
interrompido por policiais que patrulhavam próximo dali, e ferido suicidou-se. A
tragédia reacende a discussão sobre uma das maiores crises de segurança pública
da história. Desde que fora sancionada, a lei n°10.826/03 não foi suficiente
para barrar o crescimento das estatísticas de violência no país, agravando
inclusive a expansão do crime organizado e do tráfico de drogas. Utilizando-se
do argumento de que a restrição a armas de fogo diminuiria a violência,
entusiastas do desarmamento surfaram a onda dos governos Petistas, que se
provou pouco efetivo, e, muitas vezes o próprio fomentador da criminalidade e
corrupção. Culpando um inimigo sem rosto, usaram meras ferramentas de
segurança, neste caso, as armas de fogo, como bode expiatório para justificar
um problema de raízes históricas muito mais profundas do que imaginavam.
Vídeo mostra o momento em que o assassino/terrorista inicia os tiros que mataram 5 inocentes.
https://youtu.be/Y64ijvO-f14
