Por exemplo, as máquinas recepcionistas, na forma de um Velociraptor, são incapazes de responder a maioria das perguntas dirigidas a eles. Nos quartos acontecia o mesmo entrave, com o robô assistentes chamados Churi. Eles também eram incapazes de responder perguntas simples dos hóspedes, como, por exemplo, informações em relação aos pontos turísticos da cidade. Inicialmente o hotel detinha 80 máquinas, mas com o sucesso o número de robôs, para atender os diversos serviços oferecidos pelo hotel, foram sendo adicionados, chegando ao número expressivo 243 máquinas.
Implantar robôs é válido, mas existem alguns fatores que acabam contribuindo negativamente para a experiência ao cliente. Como observou Hideo Sawada, presidente da rede de hotéis, quando você realmente começa a utilizar robôs, percebe que que há lugares onde não são necessários ou simplesmente irritam as pessoas. Isso sem contar o fato da obsolescência. Como a empresa não se planejou para manter um fluxo constante de renovação para o seu maquinário a performance acabou ficando ao longo dos anos abaixo de soluções mais engenhosas, baseadas em assistentes virtuais mais poderosos, como a Alexa. “Muitas pessoas mudam de telefone a cada dois anos, então quatro anos parece ser muito tempo”, admite Takeyoshi Oe, gerente geral da cadeia, referindo-se ao tempo que os mesmos robôs ficaram ativos, sem nenhum upgrade. :upscale:():format:(jpeg)/@/static/wp/2019/01/17/075_rupeta-notitle181019_npi2y-1-800x534.jpg?fit=scale)
Implantar robôs é válido, mas existem alguns fatores que acabam contribuindo negativamente para a experiência ao cliente. Como observou Hideo Sawada, presidente da rede de hotéis, quando você realmente começa a utilizar robôs, percebe que que há lugares onde não são necessários ou simplesmente irritam as pessoas. Isso sem contar o fato da obsolescência. Como a empresa não se planejou para manter um fluxo constante de renovação para o seu maquinário a performance acabou ficando ao longo dos anos abaixo de soluções mais engenhosas, baseadas em assistentes virtuais mais poderosos, como a Alexa. “Muitas pessoas mudam de telefone a cada dois anos, então quatro anos parece ser muito tempo”, admite Takeyoshi Oe, gerente geral da cadeia, referindo-se ao tempo que os mesmos robôs ficaram ativos, sem nenhum upgrade. :upscale:():format:(jpeg)/@/static/wp/2019/01/17/075_rupeta-notitle181019_npi2y-1-800x534.jpg?fit=scale)
As máquinas foram colocadas em um depósito. Além de não conseguirem atender com qualidade algumas das requisições dos hóspedes os robôs davam problema com frequência, gerando um alto investimento para o reparo. A descoberta do Henn-na fez com que a mídia internacional falasse bastante sobre o estabelecimento o que causou um aumento no fluxo de hóspedes, mas esse efeito de curiosidade e vontade em participar dessa experiência esbarrava no atendimento precário que as máquinas apresentavam. Inaugurado em 2015 o Henn-na é um hotel completamente diferente do que estamos acostumados. A primeira unidade, na cidade japonesa de Sasebo, na província de Nagasaki,, foi reconhecido pelo Guinness como o primeiro hotel do mundo administrado por robôs. Cerca de 243 máquinas conduziam o dia a dia do estabelecimento, que funcionou bem por um tempo. /@/static/wp/2019/01/17/20.jpg?fit=crop)
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Porém ao longo dos anos a administração percebeu que o uso dos robôs acabou se tornando um problema, as máquinas estavam mais atrapalhado do que ajudando. A resolução do problema foi a mesma que é adotada com postos de trabalho humanos que não rendem: demissões. Metade das máquinas foram desativadas. Fonte - https://www.hardware.com.br
