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quinta-feira, 12 de julho de 2018

BRASIL TEM 415 MORTES E 1260 INFECÇÕES POR FEBRE AMARELA EM UM ANO


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Foram 1266 casos confirmados desde julho de 2017, mostram dados do Ministério da Saúde. Outros 1232 infecções estão sendo investigadas. 
Desde julho de 2017, o Brasil registrou 415 mortes por febre amarela, informa o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. No boletim anterior, a pasta registrava 409 mortes. No total, 1266 infecções foram confirmadas.
O Ministério da Saúde não confirma os casos e os óbitos na mesma hora em que ocorrem; por isso, os dados divulgados podem ser referentes a períodos anteriores. A pasta informa que 1232 casos estão sendo investigados.
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A região Sudeste continua registrando o maior número de casos e de mortos — com apenas um óbito fora da região (Distrito Federal). Isso ocorreu porque antes de 2017 o vírus da febre amarela não circulava na região. Também a vacina contra a doença era destinada a áreas endêmicas — como a região Norte.
Historicamente, o vírus da febre amarela tem um padrão de sazonalidade e costuma atuar entre julho e junho do ano posterior. Por isso, esse é o período escolhido pelo Ministério da Saúde para monitoramento.
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A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) informou que até o dia 26 de maio deste ano foram notificados 1.090 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), com 82 óbitos. Dentre esses casos, 209 foram confirmados para Influenza, sendo 164 pelo subtipo A H1N1, com 19 deles evoluindo para óbito. No mesmo período de 2017 foram notificados 275 casos de SRAG, com 21 óbitos. Dentre eles, 23 foram confirmados para Influenza, sendo dois casos de Influenza A H1N1 e nenhum óbito por A H1N1.
Foram confirmados casos de A H1N1 em 43 municípios e os óbitos ocorreram em nove deles. Salvador registrou onze (11) óbitos. Os outros municípios foram Apuarema (1); Camaçari (1); Irará (1); Lauro de Freitas (1); Retirolândia (1); Saúde (1); Serrinha (1) e Vitória da Conquista (1). A faixa etária de maior ocorrência ficou entre os menores de cinco anos (57 casos e sete óbitos) e maiores de 60 anos (24 casos e cinco óbitos), sendo que 66,6% dos óbitos ocorreram no grupo dos menores de cinco anos.